Alzheimer é uma das doenças que mais tem afetado idosos, principalmente mulheres após o período de menopausa no século XXI. Ela se apresenta como demência ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família. Mas, infelizmente, em alguns casos ela acaba deteriorando muito rápido o cérebro e fazendo com que ele não consiga mais enviar comando para o corpo, causando a morte prematura da pessoa diagnosticada com a doença.
Entretanto, existem algumas alternativas naturais que podem ajudar a prevenir ou retardar esse processo. Mas para o caso de quem já possui a doença, esses alimentos são complementos e não substitutos dos remédios. Entre as opções menos
CEREJA PARA ALZHEIMER
A cereja contém quercetina, uma substância flavonoide que combate o colesterol e o triglicérides. Além disso, tem niacina – uma vitamina do complexo B – e muito potássio. Além de ser benéfica para quem tem Alzheimer, ela também ajuda no tratamento de doenças do coração.
MORANGO PARA ALZHEIMER
O morango também ajuda a reduzir o colesterol, por conter ácido elágico. Seu alto nível de fibras solúveis ajuda na manutenção dos níveis de glicose, evitando o diabetes, que é um dos fatores de risco para o Alzheimer.
ROMÃ PARA ALZHEIMER
Com forte ação antioxidante, a romã atua combatendo os radicais livres e reduzindo perdas cognitivas. Por isso é uma super protetora contra demências! Além disso, tem vitaminas A, C e do complexo B.