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Mounjaro vs Ozempic: Diferença, Preço e O Que Muda em 2026

Mounjaro vs Ozempic: Diferença Real, Preço em 2026 e O Que Muda Com o Fim da Patente

Você já deve ter ouvido falar que as famosas canetas emagrecedoras ficaram mais baratas em 2026. Isso é verdade. No dia 20 de março de 2026, a patente da semaglutida, princípio ativo do Ozempic, expirou no Brasil, encerrando 20 anos de exclusividade da Novo Nordisk.

Com isso, a Anvisa já tem 8 pedidos de similares em análise e aprovou o primeiro: o Ozivy, da EMS, a primeira caneta de semaglutida sintética do país. Enquanto isso, o Mounjaro, que usa tirzepatida, continua com patente até 2036 e segue como o mais potente do mercado.

Mas qual a diferença real entre eles? Qual emagrece mais? E qual vale a pena agora?

1. O que são e como agem no corpo?

Ambos são análogos de GLP-1, um hormônio que regula a glicemia e aumenta a saciedade.

Ozempic (semaglutida): Foi criado para diabetes tipo 2. Ele retarda o esvaziamento do estômago e avisa seu cérebro que você está satisfeito. Estudos mostram perda de até 17,5% do peso corporal em 72 semanas.

Mounjaro (tirzepatida): É a evolução. Ele imita DOIS hormônios: o GLP-1 e o GIP. Por isso, o efeito é duplo. Os estudos clínicos apontam perda de até 20,9% do peso, com desempenho ligeiramente superior à semaglutida.

Resumo simples: Ozempic age em 1 via de saciedade. Mounjaro age em 2 vias.

2. O que realmente mudou em 2026?

  1. Fim do monopólio: Qualquer laboratório pode produzir semaglutida, desde que comprove eficácia e segurança na Anvisa.
  2. Preço vai cair: Na Índia, que liberou primeiro, o genérico já custa o equivalente a R$ 75 por mês, contra mais de R$ 1.000 do original. No Brasil, a expectativa é de queda de 15% a 60% no preço.
  3. Mounjaro continua caro: O preço máximo do Mounjaro nas farmácias hoje varia de R$ 1.536,06 a R$ 4.067,81. Como sua patente vai até 2036, ele não terá genérico tão cedo.

A primeira aprovação já aconteceu: o Ozivy precisa ficar refrigerado o tempo todo, diferente do original, e será vendido apenas para diabetes tipo 2 por enquanto.

3. Efeitos colaterais e quem não pode usar

Nenhuma caneta faz milagre sozinha. Os efeitos mais comuns são náusea, enjoo e constipação nas primeiras semanas.

Nunca use sem acompanhamento médico. Pessoas com histórico de pancreatite, câncer medular de tireoide ou gravidez não devem usar. O tratamento deve ser aliado à dieta e exercício, como determina a própria bula.

4. Dieta low carb para potencializar o resultado (e economizar)

A estratégia que mais funciona com GLP-1 é a low carb rica em proteína:

  • Proteína no café: 2 ovos mexidos com manteiga
  • Almoço: Sobrecoxa com pele + salada generosa com azeite
  • Lanche: Iogurte natural + chia + morangos
  • Jantar: Peixe grelhado + purê de couve-flor

Isso mantém a saciedade, evita a perda muscular e melhora colesterol e glicemia.

5. Qual escolher em 2026?

  • Se busca custo-benefício e acesso: Fique de olho nos similares de semaglutida (Ozempic/Wegovy) que chegarão no segundo semestre de 2026. Serão mais baratos.
  • Se busca máxima potência e pode investir: O Mounjaro (tirzepatida) ainda tem resultados superiores nos estudos, mas com preço premium até 2036.

Aviso importante: Este artigo é informativo e não substitui consulta médica. Converse sempre com seu endocrinologista.

Conclusão: Mounjaro ou Ozempic, qual vale a pena?

Em 2026, com o fim da patente da semaglutida, o acesso ao tratamento ficou mais democrático. Os similares do Ozempic devem ficar até 60% mais baratos, enquanto o Mounjaro segue como a opção mais potente com preço premium até 2036.
A melhor escolha sempre dependerá do seu caso, do seu orçamento e da avaliação do seu médico.
Gostou do comparativo? Deixe seu comentário e confira também nosso artigo sobre cardápio low carb para potencializar os resultados.

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